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SEU BEBÊ - O recém nascido con síndrome de Down
Indice del artículo
SEU BEBÊ
O recém nascido con síndrome de Down
A família, os primeiros momentos
A vocês, mães
A vocês, pais
Mães solteiras
A primeira estimulação
Todas las páginas

O recém nascido con síndrome de Down

Não queremos cair na tentação de começar dizendo a você o que toda(o) mãe(pai) escuta depois de ter um bebê porque talvez não seja isso que você queira ouvir neste momento.

Em todo caso, seja bem-vindo(a) ao Canal Down21. Queremos lhe dar a oportunidade de começar a ver as coisas sob outra perspectiva.

Você tem uma vantagem a seu favor - este portal é de todos e para todos. Por isso, cabe aqui um mundo de sentimentos que surgirão ao longo da caminhada que acaba de começar para você e que já começou a algum tempo para outros.

O nascimento de seu filho, ou sua filha, está marcado – e o será sempre- um antes e um depois em sua vida, e será você que verá se terá sido para o bem ou para o mal. A única coisa que lhe aconselhamos é que não ponhas limite a este tempo de espera da resposta, porque caíras no equívoco.

Respeitamos e amparamos a sua liberdade de sentir e expressar o que pensa:
...
- Tristeza – alegria
- Culpa – inocência
- Incompreensão – clarividência
- Angústia – tranqüilidade
- Lagrimas – um sorriso
- Horror – maravilha
- Desejo de morrer – começar a viver
- Desaparecer–se fazer mais presente do que nunca
- Voltar ao passado – olhar o futuro
- Ter evitado – ver uma realidade
- Falta de respiração – respirar no fim
- Um sonho ruim que se vai despertar – um despertar como os que muitos sonham
- Um ódio – um amor

E um medo infinito que, ainda que custe a crer, termina por dar uma segurança até então desconhecida.

É possível que alguns caiam por sentir que não há nada mais natural, livre e vivo que os próprios sentimentos das pessoas e que é saudável soltar-lhes

O que desde cedo não vai lhe ajudar em absoluto a esconder-se de si mesma de tudo aquilo a que recorre seus pensamentos em determinados momentos.

Somos seres humanos, pessoas, não anjos nem demônios e em situações como está, é necessário sentir.

Você não é culpado nem nunca será de um erro genético que existe e continuará existindo e que é estudado por cientistas, médicos, pesquisadores e geneticistas.

É nossa obrigação dizer-lhe, no entanto, que teu filho ou filha é uma pessoa como você e seu trabalho como mãe, é guiar-lhe como guiaras os outros que tem ou terás.

Se não quer converter em problema algo que, hoje em dia, tenha desejado ser, luta por ele.
Ainda que não haja nada neste mundo capaz de vencer a perseverança, a força e o valor que desenvolve uma mãe ver adiante dos seus filhos. E você é uma delas.

Beatriz Gómez-Jordana


Tradução para Canal Down21: Débora Gaiad